Santiago – Plaza de Armas, Centro Velho e Cerro San Cristóbal.

Minha primeira parada sem dúvidas foi a maior cidade e capital do Chile, Santiago. Junto comigo, minha mãe, que aceitou minhas condições de mochileiro para se aventurar fora do Brasil pela primeira vez.
Imaginem só, dois leoninos juntos em outro País (cabeças vão rolar :O), hahahahahahahaha, isso foi incrível, mas vai render um post especial depois.
Bom, quando cheguei em Santiago, lembro de ter esperado uma expectativa invadir meu corpo, esperei os pelos arrepiarem-se, faltar o ar, a emoção tomar conta de mim e nada, isso mesmo, nada. Foi tipo, “viva, cheguei”.
Mas como assim gente? Não sei, só sei que precisei explorar a cidade, ir em busca dessa paixão, mas propriamente dito, tive que caça-la.
Santiago torna-se impactante a maneira como se a explora. Simples assim.

Plaza-de-Armas

Ficamos hospedados no Plaza de Armas Hostel, em minhas pesquisas foi o que me ofereceu melhor localização (super recomendo). Embaixo do prédio tem várias barraquinhas e restaurantes simples com o Menu del Dia, além do Completo (o cachorro-quente com guacamole, hummm).
Depois de quase 20 minutos procurando como entrar no hostel, eis que achamos a portaria do prédio colonial.
O Hostel ocupa toda a cobertura do prédio, proporcionando total visão da cidade e belas fotos.
A plaza de Armas foi nosso ponto de partida, e com ajuda de um mapa, consegui traçar uma rota para explorar a cidade. Fiz o check in, guardei a mala no locker, calcei o tênis e fui explorar.
A Plaza de Armas e arredor constitui:
Catedral Metropolitana
Correo Central
Palacio de la Real de la Audencia
Casa Colora
Museo Chileno de Arte Precolombino
Palacio de los Tribunales de Justiça
Ex Congreso Nacional

Com exceção do Museo Chileno de Arte Precolombino, todo os outros locais podem ser percorrido em até 1 hora.
Deixe uma média de 3 horas para explorar o MCAP (ressaltando ter sido o museu mais caro que paguei no chile, média de $ 4500 = R$ 22).
Depois de conhecer o centro velho, seguimos para o Cerro Santa Lucía, a pé mesmo. É só seguir pela Calle Merced até o final (a partir da Casa Colorada). Antes de chegar no Cerro, descobrimos um Supermercado (Líder Express) que foi super útil em nossa volta ao hostel. em 10 minutos chegamos, a vista é linda e logo de cara você se depara com o Castillo Hidalgo (não sei se pode entrar, eu não entrei), foto tirada, continuamos a subir.
Chegamos em um “parapeito” no estilo de um pátio, e foi ali que minha mãe ficou hahahaha, confesso que nem esperava q ela fosse até lá. Algumas subidas a mais (cuidado em dias de chuva, pode escorregar valendo) e finalmente cheguei no topo, um mirante apertado com uma bela vista da cidade velha (nada ainda comparado com a vista do Cerro San Cristóbal).
A visita ao Cerro Santa Lucía é gratuita, 9hr -19hr diariamente.

Castillo-Hidalgo
Castillo Hidalgo
Cerro-Santa-Lucía
Vista do Cerro Santa Lucía

Seguimos para o Parque Metropolitano/Cerro San Cristóbal.
De metrô, é só descer na estação Baquedano e caminhar.
O Parque foi projetado para ser o pulmão da cidade, e os santeagueños demonstram ter o maior orgulho do lugar.
Vá preparado, tênis confortável, roupa folgada e um leve casaco se for no pôr do Sol.
Chegando na entrada do Parque, a maneira turística de locomoção é pegando o funicular (assim como no Cristo) $ 3000 – R$ 12, (o trecho) tendo a opção de parar no Zoológico (paga-se por uma entrada) que fica no meio do caminho ou seguindo direto ao cume (Eu parei no zoológico, mas tomou umas 2 horas do meu passeio, se tiver com crianças é recomendado, se não, siga pro cume). Se for parar no Zoológico, guarde bem o bilhete do funicular para conseguir subir com o mesmo passe, minha mãe perdeu o dela e foi um sacrifício para subirmos sem pagar outro.

Funicular-Cerro
Funicular
Vista-Cerro-Santiago
Vista do Cerro
Mochileiros-Virgem-Santa
Mochileiros nos pés da Virgem

Assim como no Rio, Santiago é abençoada pela Virgem Maria. Depois de agradecer pelo incrível dia, decidimos voltar e lembramos de passar no supermercado para comprar alguns mantimentos pro dia seguinte.

Finalizei este dia incrível junto com um grupo de nove coreanos, um francês e duas brasileiras lindas que se tornaram amigonas. O jantar foi preparado pelos coreanos e para minha surpresa, fui obrigado a comer uma ostra enorme e preta (tenho pavor de ostras), mas como dizem na cultura coreana, é falta de respeito rejeitar sua comida.

mochileiros-dinner-santiago
Jantar com a galera (antes das ostras).
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